ABES anuncia data da 8ª edição da FLIBO

Foi definida para setembro de 2017, de 20 a 23, a data da 8ª edição da Feira Literária de Boqueirão, que terá como tema: Música, Literatura e Utopia.

A FLIBO é realizada desde o ano de 2010 pela ABES e conta com o apoio e a parceria do comércio local e de instituições como a Prefeitura Municipal de Boqueirão, Secretaria de Cultura do Estado da Paraíba, Programa do Artesanato da Paraíba (PAP), SEBRAE, UEPB, UFCG, Funesc e demais associações parceiras.
Este ano o escritor Rinaldo de Fernandes, um dos maiores conhecedores da obra de Chico Buarque, será o Patrono da oitava edição da Flibo.
A feira começa com a tradicional Marcha Literária percorrendo as principais ruas da cidade de Boqueirão acompanhada pelas Bandas Marciais e alunos do município e de cidades circunvizinhas, anunciando que a FLIBO vai começar. Ao todo serão realizadas cerca de 30 oficinas, palestras, bate-papo com autores com lançamento literários, contação de história, feirinha de artesanato, feira de livros, exposições, apresentações musicais, saraus e Minha Escola na FLIBO, que é a apresentação dos projetos desenvolvidos pelas escolas durante o primeiro semestre.
Aos poucos serão divulgadas as formas de participação bem como a programação pedagógica e cultural do evento.
Fiquemos atentos às novidades!

Informações: flibopb@gmail.com | https://www.facebook.com/FliboParaiba

Marcha literária com crianças e adolescentes abrirá a 7ª Flibo


Feira ocorre na cidade de Boqueirão, no Cariri paraibano, desta quinta-feira (18) até o sábado (20), e apresentará diversas obras paraibanas e autores de todo o Brasil

A 7ª Feira Literária de Boqueirão (Flibo) será aberta tradicionalmente com a marcha literária, que percorrerá as principais ruas do centro da cidade. Este ano, o ato de início da Feira será na quarta-feira (17), às 9h, saindo da Praça do Bairro Novo até a Praça da Abes, no centro da cidade. A marcha é realizada pelos alunos, crianças e adolescentes, da rede pública de ensino, que formam um batalhão de cerca de 500 pessoas saudando a Feira em passeata. 

O evento será desta quinta-feira (18) ao sábado (20), na Praça da Abes e outros locais da cidade. Este ano, a Feira homenageia a poeta Anayde Beiriz, com o tema “Resistência e sensibilidade: vozes da literatura feminina”. A equipe realizadora do evento, da Associação Boqueirãoense de Escritoras (Abes), preparou um encontro com autores, oficinas, minicursos, bate-papos, recitais, contações de histórias, entre outras atividades gratuitas serão acessíveis a todos os públicos. 

Flibo divulga programação oficial e autores convidados


7ª edição da Feira homenageará a escritora Anayde Beiriz 

O evento é o único contínuo na Paraíba, um dos mais elogiados projetos culturais do Nordeste e traz uma programação diversificada com música, teatro e muita leitura Mais uma mulher escritora, desta vez paraibana, será destacada na cidade de Boqueirão, no Cariri paraibano. 

A 7ª Feira Literária de Boqueirão (Flibo) homenageia a poeta Anayde Beiriz com o tema “Resistência e sensibilidade: vozes da literatura feminina”. O evento começa a partir desta quinta-feira (18) e segue até o sábado (20), em vários locais da cidade. Este ano, encontro com autores, oficinas, minicursos, bate-papos, recitais, contações de histórias, entre outras atividades gratuitas serão acessíveis a todos os públicos. Porém, na quarta-feira (17), a partir das 9h30 da manhã haverá a tradicional MARCHA LITERÁRIA percorrendo as principais ruas da cidade com alunos e as bandas marciais, dando as boas-vindas à 7ª FLIBO. A concentração será na Praça do Bairro Novo e o encerramento da marcha na Praça da ABES, onde haverá apresentação de Capoeira e Poesia ao Pé do Ouvido. A coordenadora da Flibo, Mirtes Waleska Sulpino, explicou que o evento terá dois lançamentos destaques este ano. 

Na abertura, na quinta-feira (18), a partir das 19h, todo o universo poético da escritora homenageada será mostrado pela autora da História em Quadrinhos (HQ) de Anayde, Sabrina Bezerra, lançada este ano pela Patmos Editora. Depois haverá o lançamento da revista de cultura Piriah, do Governo do Estado. As palestras continuam todas as noites e reunirão os nomes da literatura paraibana e nordestina. 
Na sexta-feira (19), a escritora pernambucana Luzilá Rodrigues falará sobre os “Romances femininos no Nordeste no século XX”, acompanhada do curador da Feira Literária de Porto de Galinhas (Fliporto), Eduardo Côrtes. A apresentação será da Cia Café com Pão com o espetáculo “Caminho de Fulô”. Na mesma noite, o jornalista Rodrigo Apolinário fala sobre “Profissão escritor, é possível?”. 
No terceiro e último dia do evento, sábado (20), os debates começam no finalzinho da tarde, às 17h, com um bate-papo sobre “A força feminina na literatura infanto-juvenil”, com os escritores Lívia Messias (PE), Jéssica Figueiredo (PE) e Rafael Buarque Montenegro (PB). Em seguida tem a apresentação musical “Cantigas da Natureza”, com o grupo Garagem da Leitura, da cidade de Caturité. Depois tem o bate-papo com Jey Leonardo, jovem poeta, um dos fenômenos literários das redes sociais, com o tema “Poesia para curtir e compartilhar”. Às 19h30, uma mesa com nomes da literatura paraibana contemporânea será montada para discutir sobre “Resistência e sensibilidade: vozes da Literatura Feminina”. As convidadas são as escritoras Cyelle Carmem, Amanda Vital, Anna Apolinário e Letícia Palmeira, que na ocasião lançarão seus livros de poesias por importantes editoras nacionais. Em seguida, a Feira apresentará uma inovação na literatura, o livro “O Pequeno Príncipe em Cordel”, do autor Josué Limeira, que fará bate-papo e lançamento literário. A noite encerrará com o “Sarau Dama da Noite”, do Coletivo Ariel Literário, e música na praça. 


Anayde Beiriz, homenageada da 7ª edição


Reprodução da Internet: Contracapa do livro "Anayde Beiriz: panthera dos olhos dormentes", de Marcus Aranha
Anayde Beiriz (João Pessoa, 18 de fevereiro de 1905 " Recife, 22 de outubro de 1930) 

Poetisa e professora, escandalizou a sociedade retrógrada da Paraíba dos anos 20 com o seu vanguardismo: usava pintura, cabelos curtos, saía às ruas sozinha, fumava, não queria casar nem ter filhos, escrevia versos que causavam impacto na intelectualidade paraibana e escrevia para os jornais. Foi amante de João Dantas, que em julho de 1930, matou João Pessoa (na época, presidente da Paraíba) por motivos políticos. Banida da História pelo preconceito, a ponto de proibirem as crianças de pronunciar seu nome, só se tornou conhecida através do filme Parahyba, Mulher Macho, de Tizuka Yamasaki.

Para a mentalidade conservadora da sociedade brasileira à época, particularmente na Paraíba, Anayde não era uma mulher bem vista por causa das idéias progressistas que alimentava: como poetisa, participava ativamente do movimento intelectual, envolvida em acontecimentos artísticos e freqüentando saraus literários; como cidadã, defendia a participação das mulheres na política, em uma época em que sequer podiam votar.

“Eu escrevo para criar um mundo
no qual possa viver.
Procuro criar um mundo
como se cria um determinado clima,
uma atmosfera onde eu pudesse respirar."
Anayde Beiriz

Fonte: O Nordeste.com

Enfim, a sétima Flibo!



É com grande entusiasmo que a Associação Boqueirãoense de Escritores (ABES) e, demais parceiros, anunciam a 7ª edição da Feira Literária de Boqueirão.

A FLIBO deste ano, acontece de 18 a 20 de agosto, e traz como tema: RESISTÊNCIA E SENSIBILIDADE: Vozes da Literatura Feminina, homenageando a poetisa paraibana, Anayde Beiriz. A temática desse ano procura responder por quê durante muitos anos tentaram silenciar essas vozes, seja na prosa, na poesia, nos romances, nos contos, enfim. A História aponta que até o século XIX a produção feminina estava restrita ao campo do privado, às mulheres era permitido, inicialmente a escrita de cartas e diários. A poesia e o romance vieram posteriormente. Portanto, trazer essas mulheres à discussão e, o mais importante, fazer com que suas obras sejam lidas, é o desafio desta edição da feira.
Durante os três dias do evento, traremos oficinas e mini-cursos ofertados pela UEPB e UFCG, palestras, bate-papo com autores convidados, feira de livros e artesanato e, ainda, saraus; uma série de atividades que transformará a cidade de Boqueirão, no Cariri Paraibano, na cidade "das Rimas e Letras".
A Flibinho homenageará a escritora Ruth Rocha, numa programação diversificada, em parceria com as escolas do município através da Secretaria de Educação, no que chamamos de "Minha Escola na Flibo", além dos projetos apresentados pelas escolas, teremos contação de história e oficinas livres na praça.
A novidade dessa edição é a apresentação de painéis que serão coordenados pelo PET LETRAS da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e mesas-redondas destinadas ao público acadêmico e público em geral, os trabalhos aprovados e apresentados serão publicados como Anais de Evento na Revista Letras Raras-EDUFCG (ISSN: 2317-2347).

Enfim, mais uma Flibo, mais literatura, mais conhecimento e mais cultura!
Tudo isso de forma gratuita e acessível à todos os públicos.

Participe!
Você é o nosso convidado. 

FLIBO 2015 RECEBEU DEZENAS DE ESCOLAS E CENTENAS DE ALUNOS

Uma das muitas escolas que passaram pela 6ª Flibo | Fotos: Ezequiel Oliveira e Dayara Sousa
Por Valdívia Costa

Os números da 6ª Feira Literária de Boqueirão (Flibo) foram estimulantes para os organizadores do evento, representantes e colaboradores da Associação Boqueriãoense de Escritores (Abes). Ao todo, o evento que ocorreu de quarta-feira (28) ao sábado (31), apresentou 24 oficinas. Cerca de 600 pessoas foram capacitadas com interpretação e criação de textos, entre outros assuntos literários.


O programa Minha Escola na Flibo foi um dos que trouxe mais participantes. Foram nove escolas de Boqueirão, que levaram alunos do maternal ao Ensino Médio, além dos mais de dez colégios de Caturité, Campina Grande, Cabaceiras e outras cidades circunvizinhas. A equipe da Abes agradece às escolas municipal do Centenário de Campina Grande, que trouxe um projeto de cordel desenvolvido pelos alunos, o grupo de contação de histórias Garagem da Leitura e a banda mirim da escola do Sítio Pedra D'água, de Caturité. 

Cabaceiras enviou dois projetos das escolas, do Assentamento e da Municipal. Para as oficinas, a Flibo recebeu 21 alunos de Currais Novos (RN), 25 da escola de Nova Palmeira, 20 alunos de São Domingos do Cariri, 14 alunos de Queimadas. Nas próximas edições da Flibo, a Abes fará, como sempre, contato com o maior número possível de escolas das cidades vizinhas à Boqueirão.


"Resta aos poderes municipais, nas próximas edições, intensificarem essa parceria para os alunos virem participar de uma tarde ou um dia de interação com atividades literárias. Essa visita representa muito para a Feira, pois ela tem um caráter educativo para as crianças e adolescentes, pretendendo estimular o hábito da leitura de várias formas", comentou a presidente da Abes, Mirtes Waleska Sulpino. Ela e a equipe da Abes agradeceu à participação de todos na 6ª edição e convidou para a próxima, que já começará a ser planejada ainda este ano. 

Leandro buscou novas tecnologias para impressão do cordel

Artista do século 19 criava versos, 
imprimia no prelo, letra por letra, 
distribuía e ainda vendia os cordéis, 
que, na segunda metade do século 19, 
começaram a ser impressos pelo linotipo. 
Texto e fotos por Valdívia Costa

A palestra da 6ª Feira Literária de Boqueirão (Flibo), “Leandro Gomes de Barros e a imprensa”, com Bráulio Tavares e Astier Basílio, nesta sexta-feira (30), mostrou o perfil empreendedor e vocacionado do "pai do cordel brasileiro". Segundo Bráulio, o artista de Pombal, no Sertão paraibano, fez das tecnologias do século 19 aliadas na difusão da cultura popular escrita. Antenado nas inovações do mercado editorial da época, Leandro passou do prelo, que imprimia os folhetos letra por letra, para o linotipo.

Por causa dessa visão “moderna” para aquele século, Leandro se destacou na imprensa nacional. Atuou conforme suas necessidades pessoais e profissionais, como criador, gráfico, distribuidor e vendedor dos livretos. Foi por essa caraterística dinâmica que Bráulio começou sua apresentação explicando um pouco do conceito cyberpunk, que seria muito bem aplicado ao perfil do artista Leandro. 

A palavra designa da cibernética, do universo underground da sociedade, ou da contracultura. Dentro desses moldes, no “faça você mesmo”, o cordelista fazia algo que era consumido pelas classes mais baixas da sociedade. O escritor ainda comparou o artista dos cordéis com outro, também nordestino, ícone da música, Luiz Gonzaga. Ele e Humberto Teixeira projetaram o forró, ritmo popular, em meados do século 20, para as altas classes sociais através da tecnologia radiofônica, parceira da indústria fonográfica. 

“Leandro fez a mesma coisa que Luiz Gonzaga fez no século passado, só que na década de 1850. Essa cultura do cordel não chegava nas classes mais altas. Fazer verso é uma arte altamente refinada, intelectual. É uma arte complexa, sempre dominada por pessoas de baixas classes sociais, pessoas que nem alfabetizadas eram”, disse. Bráulio enfatizou que Leandro se beneficiou de um momento de transição na tecnologia.

Na substituição do prelo pelo linotipo, o artista conseguia economizar 80% do tempo que a máquina antiga gastava. “Existe a teoria que diz que Portugal já imprimia cordel antes do Brasil. É possível que os Folhetos da Princesa Magalona, de Portugal, sejam os primeiros cordéis do mundo”, falou. Porém, Leandro é o símbolo de uma cultura oral que já está entre as pessoas, mas que não chegou na "grande mídia", de acordo com Bráulio.

Astier Basílio encerrou a apresentação sobre a participação de Leandro na imprensa com exposição de recortes de jornais impressos do início do século 20, como O Rebate, de 1909 do Juazeiro (CE) e jornais do Recife (PE), que noticiaram Leandro e sua obra. “Em alguns desses recortes há alterações dos versos originais de Leandro, impressos anteriormente aos jornais, em folhetos. Era como se o artista ajustasse a linguagem para um atual momento. Há indícios que ele também fazia glosas de improviso”, concluiu.

Programação
Sábado (31)
9h – Feira de Boqueirão – Encontro de Poetas Cordelistas, Repentistas, Violeiros e Declamadores e apresentação da peça teatral “Discussão dum fiscal com uma fateira”, com a Cia. Cordel em Canto; 
9h – Praça da Abes - oficina “Iniciação à xilogravura”, com Marcelo Soares;
14h – Escola Padre Inácio – oficina “Literatura de cordel: intervenção em sala de aula”, com Fernanda Félix e Roberta Tibúrcio;
Oficina “A arte de contar histórias e suas técnicas usadas na sala de aula”, com Cris Leandro;
Oficina “Ensino em língua Portuguesa e Multimodalidade”, com Bruna Maria, Larisa Bezerra, Maria Gorette.  
19h – Praça da Abes - Sarau poético com integrantes da Abes;
20h – Sarau “Eu sou neguinha”, com Ariel Coletivo
21h – Shows com Júnior Meneses e As Severinas.

FLIBO VAI À ESCOLAS E ESCOLAS VÃO À FLIBO NA 6ª EDIÇÃO


Texto e fotos por Dayara Sousa

A 6ª Feira Literária de Boqueirão (Flibo) segue falando de poesia popular, homenageando o poeta Leandro Gomes de Barros. Nesta quinta-feira (29), segundo dia de programação, houve as primeiras oficinas nas escolas Estadual Conselheiro José Braz do Rêgo e Municipal Padre Inácio. A praça da Associação Boqueirãoense de Escritores (Abes) também ficou movimentada durante com o projeto "Minha Escola na Flibo", que levou muitos alunos ao local. 

As oficinas acontecem todos os dias, das 9h às 12h e das 14h às 17h. Os alunos das escolas participantes elaboraram apresentações e participaram de brincadeiras. Uma das apresentações chamou atenção. Caracterizados como os personagens criados pelo mestre Ariano Suassuna, os estudantes interpretaram uma adaptação da obra “O Auto da Compadecida”. 



Vale ressaltar ainda a relação que o próprio Ariano tinha para com a obra de Leandro Gomes de Barros, o homenageado deste ano da feira. Elementos de textos do cordelista, como “O cavalo que defecava dinheiro” e “O testamento da cachorra” estão presentes na principal obra de Ariano.



“Poesia é escrever o que não cabe mais na vida", comentou a poeta Fernanda Mello. Ela resume o que foi dito na palestra da noite, cujo tema era “Poesia para que e para quem?”. Os palestrantes foram o poeta José Inácio Vieira de Melo e o escritor Bruno Gaudêncio. Durante a conversa, eles trataram da inutilidade da poesia no nosso cotidiano e da sua incapacidade de ser condizente com a realidade.



Os escritores, amantes da poesia, mostraram que o gênero literário ajuda a adoçar a vida e a entrar em um estado de encantamento. No final da noite foi o show do cantor Lucas de Farias, que encerrou a programação. Ele atendeu a pedidos do público e cantou clássicos da MPB.

Programação Escolas
SEXTA-FEIRA (30)
9h às 12h 
Oficina 1 | EMEF PADRE INÁCIO "Narração de História e a Mediação de Leitura", com Penélope Martins (SP);
Oficina 2 | EMEF JOSÉ FERNANDES DA SILVA "Distrito Marinho Minicontos, com Roberto Menezes e André Ricardo Aguiar;
Oficina 3 | EMEF PADRE INÁCIO "Passeio pelo reino da bicharada: os bichos pela Literatura de Cordel", com Hadoock Ezequiel;
Oficina 4 | EMEF PADRE INÁCIO "A formação de um povo vista através da Literatura, com Vitória Lima;
14h às 17h
Oficina 1 | EMEF PADRE INÁCIO “Troca-troca” de poesias: retextualização do mundo literário", com Alixandra Guedes e Aline Muniz (Clesx);
Oficina 2 | EEEFM CONSELHEIRO JOSÉ BRAZ DO RÊGO "#PoesiaCompatilheEssaIdeia", com Danielly Macedo e Silvanna Gomes (Clesx);
Oficina 3 | EEEFM CONSELHEIRO JOSÉ BRAZ DO RÊGO "Entre os sons e o silêncio: descobrindo a poesia", com Samelly Xavier e Celuy Araújo (Clesx)
 Oficina 4 | EEEFM CONSELHEIRO JOSÉ BRAZ DO RÊGO "Acontecenças amatutadas: co(ca)ntando o cordel, com Isabelle Pires;
Oficina 5 | EEEFM CONSELHEIRO JOSÉ BRAZ DO RÊGO "Leitura e Interpretação de Textos Literários", com Adeilson Sousa.

SÁBADO (31)
9h - SARAU POÉTICO NO PÁTIO DA FEIRA, com Poebrás (Casa do Poeta de Campina Grande), Iponax Vilanova, Academia do Cordel do Vale do Paraíba e poetas declamadores. Apresentação da Cia Cordel em Canto;
9h às 12h - Oficina 1 | PRAÇA DA ABES "Iniciação à Xilogravura", com Marcelo Soares;
14h às 17h
Oficina 1 | EMEF PADRE INÁCIO "Literatura de Cordel: Propostas de Intervenção em Sala de Aula", com Fernanda Félix e Roberta Tibúrcio;
Oficina 2 | EMEF PADRE INÁCIO "A arte de contar Histórias e suas técnicas usadas na sala de aula", com Cris Leandro (Cia. Pé de Baobá);
Oficina 3 | EMEF PADRE INÁCIO "Ensino de Língua Portuguesa e Multimodalidade", com Bruna Maria de Sousa Haiany, Larisa Bezerra e Maria Gorette Andrade.

Vem pra praça!

CORES, POESIA E MÚSICA NO PRIMEIRO DIA DA 6ª FLIBO

Mais de 500 alunos participaram da marcha pela leitura, em Boqueirão, na abertura da 6ª Flibo | Fotos: Dayara Sousa
Por Dayara Sousa

A sexta edição da Feira Literária de Boqueirão (Flibo) começou nesta quarta-feira (28) com uma parceria com as escolas da cidade. Cerca de 500 alunos marcharam pelas ruas centrais de Boqueirão, no início da tarde, pelo incentivo à leitura. O resultado disso foi um festival de cores. Durante a noite, a abertura solene da Feira, na Praça da Associação Boqueirãoense de Escritores (Abes), teve o show da cantora Sandra Belê, "A Festa".

O secretário de Cultura do Estado, Lau Siqueira esteve presente e representantes da prefeitura municipal e da cultural local, como Cybelle Macedo e o secretário de educação do município, José Erivaldo da Silva. Houve o encontro dos poetas Aderaldo Luciano, Oliveira de Panelas e Beto Brito. Mais pareceu uma conversa entre amigos. Eles cantaram, recitaram e arrancaram muitas risadas, além de serem aplaudidos de pé



O ponto alto da poesia se deu no momento em que Oliveira de Panelas recitou seu famoso texto "Na gramática portuguesa quem sabe tudo sou eu". A noite foi encerrada com o show de Sandra Belê. Ela trouxe xote, forró e até samba para a praça. 



Esse foi apenas o começo da 6ª edição, que já mostrou o quanto a cidade vem se apropriando do evento. Ainda teremos mais três dias de programação pela frente, nela escritores e leitores poderão aprender mais sobre "O mundo encantado da literatura em cordel", com oficinas, palestras, sarais, apresentações culturais e muitos outros momentos da programação.

Confira toda a programação dos próximos dias e apareça na Praça!